Nenhuma potência vence apenas com armas, vence também com narrativas.
As pessoas acreditam que estão escolhendo um lado, quando, na verdade, estão escolhendo uma versão da mesma história.
Os EUA, a Rússia e a China projetam poder pela comunicação: controlam símbolos, moral e discurso público. Cada uma vende a si mesma como o "antídoto" da outra.
O primeiro passo para entender uma operação de influência é observar quem define o que é "certo". O segundo, é perceber que a manipulação funciona melhor quando disfarçada de virtude.
Quem enxerga o mecanismo acima da disputa, entende poder. Quem escolhe um lado, apenas participa dele.







