O caso envolvendo o iFood escancara uma realidade que muita gente ignora: o ponto mais vulnerável de qualquer sistema não é tecnológico. É humano.
Não precisou de invasão sofisticada e nem de quebra de criptografia.
Houve aproximação. Aumento paulatino do relacionamento.
Convites aparentemente legítimos, valores baixos o suficiente para parecerem inofensivos, e perguntas estruturadas para extrair o máximo sem levantar suspeita.
Com a entrada agressiva de players internacionais o nível da disputa mudou.
Esse padrão se repete hoje em outros formatos: engenharia social, golpes digitais, vazamentos de informação, manipulação interpessoal.
O raciocínio é o mesmo: Se a informação não pode ser roubada, ela pode ser entregue.
E quase sempre é.
Basta criar o cenário certo para aumentar a disposição em responder.
E você… saberia identificar esse tipo de abordagem antes de falar demais?







