Na doutrina de HUMINT, a elicitação é definida como o processo de obter informações de forma indireta, sem que a fonte perceba que está compartilhando dados relevantes. Diferente da entrevista ou do interrogatório, a elicitação acontece em conversas aparentemente banais, conduzidas de forma natural.
O fundamento está em explorar princípios do comportamento humano: a necessidade de reconhecimento, a tendência a corrigir, o impulso de mostrar conhecimento, ou ainda o desejo de ser útil. Esses gatilhos psicológicos fazem com que o alvo revele mais do que imagina, sem se sentir pressionado.







