Toda estratégia começa com uma história — e toda história serve a um objetivo. Quando uma potência redefine o que é "terrorism0", ela não está mudando o inimigo. Está mudando o alcance do próprio poder.
Enquanto os laboratórios de fentanil continuam no México e os precursores vêm da China, o mapa militar se move em direção à Venezuela. Isso não é coincidência. É cálculo. O discurso é moral, o movimento é geopolítico — e o instrumento é semântico.
A linguagem virou ferramenta de poder. E quem entende isso, entende como se molda o comportamento coletivo.
Estratégia não é só força. É narrativa que autoriza a força.







