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A maior parte das pessoas imagina espionagem como algo técnico e raro, como se fosse um...

A maior parte das pessoas imagina espionagem como algo técnico e raro, como se fosse um filme com gadget e perseguição.

Publicado em Atualizado em 1 min de leitura
A maior parte das pessoas imagina espionagem como algo técnico e raro, como se fosse um filme com gadget e perseguição.
A maior parte das pessoas imagina espionagem como algo técnico e raro, como se fosse um filme com gadget e perseguição.

A maior parte das pessoas imagina espionagem como algo técnico e raro, como se fosse um filme com gadget e perseguição. Na prática, muita coisa começa pelo caminho mais barato e mais humano: presença, acesso, confiança social.

Evento de alto nível é um lugar onde informação circula de forma espontânea. Quem está presente, quem está perto de quem, qual pauta aparece no corredor, que nomes se repetem, quem tem entrada em "salas pequenas". Isso constrói mapa. E mapa vira vantagem.

Contrainteligência boa não vive de paranoia. Vive de disciplina. Quem entra, por que entra, o que vê, o que leva, com quem fala, e o que volta para casa na forma de impressão, foto, mensagem ou detalhe que parecia inocente. A falha quase nunca é uma porta arrombada. É uma porta aberta por hábito.

No fim, segurança de informação não é só tecnologia. É governança de acesso e higiene social.

E no seu mundo, onde o acesso está virando "normal demais"?

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